- Processo de socialização da criança e do jovem.
- Comportamentos disfuncionais - definições e tipologias (ansiedade, agressividade, isolamento, distúrbios emocionais, distúrbios do sono).
- Perturbações do comportamento - diagnóstico, avaliação, intervenção.
- Sinais de alerta e indicadores de risco.
- Fatores de risco de perturbação do comportamento - individuais (fatores genéticos, défices neuro cognitivos da criança, período pré e pós-natal), familiares (tipo de vinculação, disfunção familiar, patologia psiquiátrica parental), ambientais (grupos de pares delinquentes, insucesso e absentismo escolares, exposição a violência nos meios de comunicação).
- Fatores de stress e fatores de resiliência.
- Diferenças individuais e condutas de cidadania.
- Estratégias de intervenção com crianças e jovens com comportamentos disfuncionais.
- Abordagens pedagógicas diferenciadas.
- Estruturas previsíveis - rotinas, antecipação, organização do ambiente.
- Papel dos diferentes agentes na gestão de comportamentos disfuncionais - papel da família, das instituições, dos profissionais.
- Técnicas de ajuda pessoal direcionadas a diferentes padrões comportamentais.
- Procedimentos de atuação em situações de crise emocional ou comportamental.
- Princípios de dignidade, respeito e integridade física e emocional.
- Procedimentos institucionais de registo e reporte.
- Técnicas de recolha e sistematização de informação comportamental.
- Legislação e regulamentação aplicável.
| - Reconhecer os conceitos, princípios e tipologias de comportamentos disfuncionais.
- Reconhecer a relevância dos fatores familiares e individuais na formação de padrões comportamentais.
- Selecionar legislação aplicável ao enquadramento e intervenção.
- Distinguir as perturbações psicossociais.
- Identificar fatores de risco associados aos comportamentos disfuncionais.
- Observar comportamentos em diferentes contextos.
- Recolher informação estruturada.
- Identificar sinais de risco que exigem reporte formal.
- Selecionar estratégias ajustadas ao perfil comportamental.
- Adaptar o comportamento e a atitude à situação de conflito e à disfuncionalidade comportamental.
- Comunicar com a criança e jovem com comportamentos disfuncionais.
- Aplicar estratégias comunicacionais e relacionais.
- Adaptar o ambiente físico (organização, materiais, estímulos) para reduzir risco.
- Apoiar a participação da criança/jovem em atividades sem exposição excessiva ao stress.
- Promover segurança física, prevenindo autolesão ou risco para terceiros.
- Reconhecer limites de intervenção e solicitar apoio especializado quando necessário.
- Assegurar privacidade, empatia e respeito constante durante a intervenção.
- Cumprir planos individuais definidos pela equipa multidisciplinar.
- Registar comportamentos e ocorrências.
- Organizar informação relevante.
- Reportar sinais de risco ou agravamento comportamental através dos canais institucionais.
- Utilizar ferramentas digitais ou formulários de registo da instituição.
- Aplicar a legislação e regulamentação aplicável.
| - Responsabilidade pelas suas ações.
- Autonomia no âmbito das suas funções.
- Autocontrole e autorregulação emocional.
- Assertividade na comunicação.
- Escuta ativa.
- Empatia.
- Empenho e persistência na resolução de problemas.
- Cooperação com a equipa.
- Sentido de observação.
- Sentido de organização.
- Rigor.
- Sentido crítico.
- Cuidado com a apresentação pessoal.
- Flexibilidade e adaptabilidade.
- Respeito pelas diferenças individuais.
- Respeito pela privacidade da criança e jovem.
- Respeito pelos princípios éticos e deontológicos.
- Respeito pelas regras e normas definidas.
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